Os Ciclos da Lua na Astronomia Ancestral


Pintura s/ Tela, vários exemplos da Órbita da Lua em Torno da Terra, com várias variações de Planos Orbitais em diferentes perpectivas.Durante a minha Pesquisa aos Calendários e Astronomia Ancestrala Lua foi a grande protagonista, foi em torno dos seus Ciclos que a maior parte deste estudo e cálculos incidiram.

Esta foi uma realidade da qual não estive sempre consciente, já que esta pesquisa teve início sobre uma configuração totalmente abstrata, apenas baseada em Números e Séries numéricas, sem poder reconhecer do que se tratava exatamente.

Contudo mais tarde quando me foi possível organizar todos estes Números e Cálculos, foi quando pude confirmar que a Trama de Espaço-tempo da Terra, não é apenas a Trama da Terra, mas sim a Trama da Terra e da Lua.

É incrível como os Ciclos da Lua explicados pela Astronomia Ancestral, podem descrever a dinâmica da Lua com a Terra, da Terra como o Sol, e da Terra com o Universo.

A Astronomia Ancestral descreve os Movimentos e Ciclos Lunares com ritmos e padrões explicados em sequências de números, ordens e grandezas existentes na base da
Matemática, Geometria, Ciência, em Oráculos assim como em Escrituras Sagradas.
Desenho s/Papel, o Graal e a Taça Celta, dois Simbolos Arquétipicos que podem ser relacionados com a Astronomia, e com os dois sentidos do Tempo e do Espaço. Um sentido solar exterior e outro sentido sideral interior.

São muitos os exemplos de Valores Numéricos, Conceitos e Ordens usados nas diversas Culturas que nos remetem aos Ciclos e Órbitas da Terra e da Lua descritos pela Astronomia Ancestral.

O encontro com os ensinamentos astronómicos ancestrais, permite estabelecer a ligação entre a Astronomia e conceitos da Vida Cultural, Científica e Espiritual de todos os Tempos e Civilizações. O entendimento desta associação permite concluir que o Conhecimento Cientifico e a Espiritualidade são as duas caras da mesma moeda, um conhecimento muito bem desenvolvido e estudado pelas Culturas Ancestrais.

Mesmo sendo este um Manual de Astronomia Ancestral, dedicado a conceitos práticos e didáticos, nem mesmo, aqui é possível desassociar a Astronomia do entendimento Espiritual e Evolutivo da Vida sobre a Terra.

Todos podemos reconhecer o quanto importantes e profundos são os Conhecimentos e Sabedoria ancestral, que têm sido transmitidos nas diversas Culturas de geração em geração, em forma de ensinamentos teóricos de todas as ordens. No entanto os conceitos práticos astronómicas que deram forma a esta Sabedoria é o que a Astronomia Ancestral nos pode oferecer.

A Trama de Espaço-tempo da Terra descrita pela Astronomia Ancestral é representada por um Corpo, uma Estrutura principal traçada pelo sistema de alinhamentos da Terra com o Sol, combinados com os Ciclos e Eventos Lunares.

Desenho de dois exemplos da Órbita da Terra sobre o Sol, onde o Sol é o centro, enquanto a Lua orbita em torno da Terra, em ambos os desenhos estão identificados os Planos Orbitais da Terra e da Lua. Os Planos Orbitais sem obliquidade no primeiro desenho, e obliquos no segundo desenho.
Os Ciclos Lunares entrelaçam a Teia do Espaço-tempo da Terra com pequenos Padrões cíclicos com a mesma ordem, proporção e harmonia encontrados na dinâmica da Terra com o Sol. É desta forma que a pequena Lua descreve e reproduz à sua escala e dimensão, todos os detalhes da nossa Viagem na Terra pelo Universo.

Se a Lua não existisse no nosso Espaço-tempo, a Trama da Terra seria muito pouco interessante, possivelmente... nem sequer existiria aqui a Vida que conhecemos, quem sabe...

A presença e influência  da Lua na Vida Natural da Terra pode ser notada por tudo e por todos aqueles que aqui habitamos. A Astronomia Ancestral permite observar como a Lua participa também na construção do Espaço-tempo da Terra.

Não podemos estudar e conhecer a Vida Física e Espiritual da Terra, sem serem considerados os fenómenos e Ciclos Naturais causados pela proximidade e constante passagem da Lua, o nosso Satélite.

Quando estudamos a influência da Lua sobre a Terra de forma Física na Astronomia, sabemos que esta manifestação se faz sentir em simultâneo de forma Psíquica ou Espiritual, este é um conhecimento considerado científico nas culturas ancestrais, sempre presente nos seus ensinamentos.

Desenho do Planeta Terra com a Lua junto a si, no Espaço.

A propósito da influência dupla, Física e Espiritual da Lua sobre a Terra, fiz uma publicação no Blog da Astronomia Ancestral, em 18 de Novembro 2024, ‘A Lua na Astronomia Ancestral’ uma pequena abordagem sobre as possíveis relações Arquetípicas da Lua na Astrologia, em correspondência com os Ciclos Lunares estudados na Astronomia.

Nesta versão ‘Os Ciclos da Lua na Astronomia Ancestral’ neste Manual/Blog, vou fazer um pequeno resumo sobre a Mecânica da Lua e da Terra explicada pela Astronomia Ancestral, um sistema astronómico que nem sempre coincide com os ensinamentos da Astronomia Moderna.

Talvez possa parecer estranho pôr em causa um conhecimento já tão bem arrumado nos nossos Manuais Culturais. Mas porque não mantermos as mentes abertas a novas possibilidades? E diferentes perspetivas? Já que os Ciclos Lunares, e os conhecimentos da Astronomia Ancestral podem ser confirmados matematicamente e astronomicamente, com todo o rigor e com números inteiros e naturais.

Os Ciclos Lunares que podemos encontrar descritos na Astronomia Ancestral e que se fazem ver e sentir na Terra, são o Ciclo de Marés, as Lunações e os Eclipses.

A dinâmica orbital entre a Terra e a Lua com o Sol, é o que determina os Ciclos Lunares sobre a Terra. Também é importante termos a percepção de que os Eventos Lunares explicados e descritos nesta Astronomia, são apenas relacionados com as observações astronómicas realizadas a partir da Terra, exclusivas no nosso Céu.

A Astronomia Ancestral estuda os movimentos astronómicos observados unicamente a partir da Terra, onde as medições são à sua escala, sobre as mesmas Grandezas de Minutos em Tempo e Espaço, onde o Dia Solar de 1440 minutos é a Unidade Astronómica. Este é o sistema de medição também para a Lua, mesmo que a Órbita Lunar seja independente da Órbita da Terra.

O Ciclo das Marés é possivelmente a manifestação da Lua sobre a Terra com mais consequências naturais sobre o nosso Planeta, marcada pela agitação da Águas do Oceanos, que resulta da dinâmica da Rotação da Terra combinada com a Translação da Lua.

Desenho da Terra e a Lua no Espaço, em torno do Sol que se encontra mais ao fundo. A Terra tem na cintura uma faixa com as marcações das Horas do dia Solar, do Movimento de Rotação.

O vai e vem das Águas dos Mares causado pela proximidade da Lua à Terra, transforma este Ciclo Lunar num evento de grande importância na Vida Natural do nosso Planeta, apenas superado pelo dia Solar.

A Terra roda sobre si própria em 1440 minutos, o Tempo necessário para dar um giro completo sobre o Céu, o Dia Solar. Um Ciclo marcado pelo Dia e pela Noite, manifestado pela influência do Sol sobre a Terra no seu Movimento de Rotação.

Enquanto a Terra no seu movimento diário de Rotação percorre 1440’ minutos no Espaço, a Lua em Translação avança 52' minutos, um desencontro que explica a razão por que o Ciclo de Marés é maior que o Dia Solar, tornando assim Cíclico o movimento das Águas.

É desta forma que se pode confirmar astronomicamente que a Lua dá um giro completo em torno da Terra  em cerca de 28 dias. Ou que completa o seu percurso pela Matriz de 1440’ minutos no ponto de vista do estudo da Astronomia.


Pintura sobre Tela, a Terra e a Lua no Espaço, quando no Ciclo de Marés a Terra lança sobre a Lua a suas Águas. Estão também representadas várias formas em que podemos observar a Lua em órbita em dinâmica com a Terra e o Sol, assim como está representada a Molécula da Água, uma Estrela de 6 pontas.
É na viagem diária do nosso Planeta durante a Rotação que a pequena Lua acompanha a Terra, com pequenos passos, avança também, ao seu ritmo, em seu torno, no Espaço e no Tempo, fazendo agitar as suas Águas.

Vamos imaginar que a superfície da Terra é a sua Face.

Enquanto a Terra roda sobre a sua face, o seu olhar roda também, sem nunca perder de vista a pequena Lua durante a viagem... Ponto por ponto, grau por grau na sua superfície, no Espaço e no Tempo, a Terra cuida e acompanha a sua Cria aproximando-se dela com o seu Manto de Águas.


Lua e a Terra em torno do Sol com os Planos Orbitas paralelos.

É no encontro no Espaço, e em cada momento no Tempo do Dia Solar, entre a Lua e a Terra na sua superfície, que as Águas acompanham a pequena Lua num movimento de aproximação e afastamento progressivo, que se torna mais intenso nas Luas Cheias e Luas Novas, é assim o Ciclo das Marés.

Mesmo que se faça sentir durante o Dia Solar, diretamente relacionado com a Rotação da Terra, o Ciclo de Marés é determinado pela Translação da Lua.

Em termos de Astronomia Ancestral a Rotação da Terra e a Translação da Lua são Órbitas em contextos diferentes com circunstâncias específicas para ambos os Planetas, que devem ser estudados separadamente. Assim, o Ciclo de Marés é estudado e relacionado com a Translação da Lua e com a Translação da Terra.

É na relação entre ambos os Ciclos de Translação onde podemos encontrar os primeiros sinais de Harmonia e Proporcionalidade entre as Órbitas da Lua e da Terra.

O Sistema de cálculo da Astronomia Ancestral permite encontrar as diferenças e semelhanças de forma detalhada, entre o Movimento de Translação da Lua em torno da Terra, e a Translação da Terra em torno do Sol. 

Uma Astronomia que explica em que circunstâncias viajam ambos os Planetas, quais as suas Órbitas e quais os seus Planos Orbitais.

O estudo das Órbitas da Lua e da Terra na Translação no Ano Solar é o primeiro passo para encontrar a sua relação de proporcionalidade.

Aprendemos com a Astronomia Ancestral que os Planetas não orbitam de forma linear. A suas Órbitas são dinâmicas e circulares, e que para não desorbitarem, os Planetas viajam sobre Planos flexíveis e oblíquos nas suas Órbitas, os seus Planos Orbitais.  

É um conhecimento da Astronomia Ancestral de que a Obliquidade dos Planos Orbitas dos Planetas modifica as suas Órbitas no Tempo e no Espaço, tornando-se assim indispensável o seu estudo, para se poder conhecer toda a trama da Translação da Lua e da Terra.

Reprodução de um desenho Maya, com dois homens apontando um para o outro, agarrando um pedaço de Corda. Uma forma de ilustrar os dois Sentidos do Espaço-Tempo, as Órbitas e os Planos Orbitais dos Planetas.

É essencial conhecer a obliquidade dos Planos Orbitais da Lua e da Terra, de forma a podermos distinguir as diferentes perspetivas no Espaço e no Tempo, entre a verdadeira Órbita da Lua, e os Ciclos Lunares avistados e sentidos na Terra.

Ao serem conhecidas as Órbitas e os Planos das Órbitas da Lua e da Terra, é possível descrever com todos os detalhes os Ciclos da Lua e a dinâmica entre ambos os Planetas.

Com o conhecimento astronómico detalhado sobre os Movimentos de Translação da Lua e da Terra, a Astronomia Ancestral pode explicar o Ciclo de Lunações a cada momento ou no passo a passo de forma integral.

O Ciclo de Lunações é um evento observado apenas na superfície do nosso Planeta, onde estão implicados os alinhamentos sucessivos entre o Sol, a Terra e a Lua no Espaço-tempo.

A Terra e a Lua no Ciclo de Lunações, onde estão também representados os seus Planos Orbitais.

Na Astronomia Ancestral os Movimentos de Translação e Rotação dos Planetas, são observados e estudados, como Ciclos com caraterísticas muito diferentes no Espaço e no Tempo, mesmo que simultâneos e complementares.

O Ciclo de Lunações é estudado pela Astronomia Ancestral sobre a perspectiva da Rotação da Terra e da Lua. Um Ciclo que permite explicar ao detalhe, as relações e circunstâncias em que se desenrolam os Movimentos de Rotação de ambos os Planetas. No entanto, para explicar de forma adequada o Ciclo de Lunações relacionado com a Rotação, é necessário conhecer também os Movimentos de Translação da Lua e da Terra.

A diferença astronómica encontrada entre o Ciclo de Lunações de quase 30 dias Solares  e a Translação da Lua apenas com 28 dias Solares, é um fenómeno explicado pela Astronomia Ancestral de forma distinta da Astronomia Moderna.

Em qualquer Manual de Astronomia da atualidade, a diferença encontrada entre a duração da Translação da Lua e o Ciclo de Lunações é atribuído ao Movimento da Translação da Terra. Enquanto na Astronomia Ancestral este fenómeno é explicado de forma matemática e astronómica, justificado pela diferença existente entre os Planos Orbitais da Lua e da Terra.

Cópia de detalhe da Pedra do Sol dos Aztecas, onde é representado novamente os dois sentidos do Espaço-tempo.

É desta forma que na Astronomia Ancestral se considera que o Ciclo de Lunações é diferente do Ciclo de Marés. Ciclos determinados de forma diferente na Rotação e na Translação da Terra e da Lua, onde existem Leis e Formas correspondentes, que podem ser explicadas pelas diferenças encontradas nos Planos Orbitais entre a Órbita da Terra e a Órbita da Lua.

Cópia de detalhe da Pedra do Sol dos Aztecas, onde é representado novamente os dois sentidos do Espaço-tempo.
As Lunações representam o Ciclo Lunar mais popular e fácil de identificar no Céu, da Lua Nova à Lua Cheia, passando pelos Quartos Lunares, a Luz solar que parece acompanhar a Lua em Órbita em torno da Terra.
No entanto, não é bem assim. O Ciclo de Lunações não identifica a Órbita da Lua diretamente, por que a Lua e a Terra observam-se sobre Planos Orbitais diferentes, o que significa perspectivas diferentes para ambas, alterando o ângulo de Visão, reproduzindo uma imagem distorcida, diferente da realidade.

As Lunações ilustram como a Terra vê a Lua desde a sua superfície, uma perspetiva bem diferente de como a Lua vê a Terra desde a sua Órbita.

As diferenças aparentemente inconciliáveis nos Ciclos Lunares permitem afinal,  encontrar muitas explicações astronómicas. E esta é a porta de entrada para o conhecimento que a Astronomia Ancestral e os Calendários nos podem oferecer, retratando a forma de Expansão e a Ordem encontradas na nossa Viagem no Planeta Terra pelo Universo.

Fotografia Lua cheia no Céu escuro com nuvéns.
Na explicação detalhada do Ciclo de Lunações, podemos conhecer a diferença  de perspectiva entre as Órbitas da Lua e da Terra e identificar os seus Planos Orbitais, diferentes na Rotação e Translação.

A forma racional em que a Astronomia Ancestral
explica os Ciclos e Órbitas dos Planetas, permite visualizar toda esta Viagem astronómica no Espaço-tempo de forma gráfica.

A dança da Lua e da Terra, num encontro e desencontro Cíclico no Tempo e no Espaço, dois Planetas em torno um do outro, duas Órbitas que se cruzam no Céu. Quando a Lua mergulha sobre o Plano da Terra em direção a Sul, e quando emerge do plano da Terra em direção ao Norte. Numa intersecção Cíclica, na Órbita da Lua e no Plano Orbital da Terra. Este é o Ciclo Nodal, da Lua e da Terra.

Fotografia da Lua Cheia numa noíte com nuvéns na montanha e as luzes da Cidade.

A Lua órbita em torno da Terra, e em cada volta que dá, tem que perfurar o Plano Orbital do nosso Planeta duas vezes, uma vez de baixo para cima e outra de cima para baixo.

Os Pontos onde a Lua intercepta o Plano Orbital da Terra, são os Nodos Lunares, quando a Lua vem para cima do Plano Orbital da Terra cruza o Nodo Norte, e quando vai para baixo cruza o Nodo Sul. Estes pontos são variáveis no Plano Orbital da Terra, assim como na Órbita da Lua, novamente por causa da diferença dos planos orbitais de ambos os Planetas.

O Ciclo Nodal é um Ciclo Lunar muito bem conhecido e descrito pela Astronomia Ancestral determinante na estrutura do Calendário Sagrado o Tzolkin das Culturas Maya e Azteca.

O contexto astronómico onde são determinados os Nodos Lunares, é explicado pela Astronomia Moderna de forma bastante abreviada, apontando o Nodo Norte e o Nodo Sul na Órbita do Ano Solar da Terra, para identificar os pontos dos Eclipses.

O acompanhamento integral do Ciclo Nodal no Espaço-tempo traz consigo muitas informações astronómicas importantes sobre a Lua e a Terra. Os Nodos Lunares têm um lugar de destaque no Espaço-tempo da Terra e na construção da sua Malha. É a partir do Ciclo Nodal que a Astronomia Ancestral explica e descreve o Ciclo de Eclipses no passo a passo com todos os detalhes.  

O estudo e acompanhamento do Ciclo Nodal é importante por envolver o Ciclo de Lunações, numa cadeia de Luas Novas e Luas Cheias a Norte ou a Sul do Plano Orbital da Terra. Assim como se pode ali identificar, em que ponto da Órbita da Lua é que as Lunações têm lugar, uma referência importante na observação e estudo, da cadeia do Ciclo de Eclipses.

Fotografia da Lua Cheia numa noite com núvens e a Cruz no alto da Montanha.

O Ciclo Nodal faz parte do conhecimento da Astronomia Ancestral sempre presente nos Calendários. É neste Ciclo Lunar, que é possível conhecer a verdadeira Órbita da Lua, e determinar a cada momento, em que ponto da sua Órbita a Lua observa a Terra.

Os Nodos Lunares permitem-nos conhecer a Órbita da Lua e identificar se as Lunações acontecem a Norte ou a Sul do Plano Orbital da Terra.

Para descrever o passo a passo do Ciclo de Eclipses é fundamental acompanhar a dinâmica do Ciclo Nodal com o Ciclo de Lunações.

Quando no Ciclo de Lunações acontecem os alinhamentos entre a Lua, a Terra e o Sol, nas Luas Novas e Luas Cheias. E se estes momentos coincidem, com a passagem da Lua sobre o Plano Orbital da Terra transitando de Sul para Norte ou de Norte para Sul,... são estes os momentos em que acontecem os Eclipses.


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